quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

As 100 marcas mais sociais de 2009

Com o avanço da web 2.0 e o aumento crescente de pessoas que utilizam as redes sociais as empresas perceberam essa mudança e já estão conquistando seu espaço na rede.

Assim o profissional de Comunicação que está atualizado e informado sobre redes sociais, mídia e suas funcionalidades tem estas áreas como possíveis campos de profissionalização e trabalho.


A empresa americana Vitrue, especializada em redes sociais, divulgou uma lista com as 100 marcas mais sociais de 2009.

O interessente é que são marcas de vários ramos, sendo que as da área de mídia e esportes tem uma maior representação.

1. iPhone

2. Disney

3. CNN

4. MTV

5. NBA

6. iTunes

7. Wii

8. Apple

9. Xbox

10. Nike

11. Starbucks

12. NFL

13. PlayStation

14. Adidas

15. BlackBerry

16. Sony

17. Mercedes

18. Microsoft

19. Samsung

20. BMW

21. Nintendo

22. Best Buy

23. ESPN

24. Ford

25. Honda

26. Ferrari

27. Gucci

28. Nokia

29. Major League Baseball

30. Dell

31. Coca-Cola

32. CBS

33. ABC

34. iPod

35. Mac

36. Turner

37. Nissan

38. Toyota

39. eBay

40. Amazon

41. Victoria’s Secret

42. Nutella

43. NASCAR

44. Disneyland

45. Audi

46. NHL

47. Red Bull

48. Verizon

49. Intel

50. Subway

51. Hewlett-Packard

52. Puma

53. Kia

54. Fox News

55. Porsche

56. Jeep

57. Dodge

58. Pandora

59. Walmart

60. Zappos

61. Suzuki

62. McDonald’s

63. Krystal

64. T-Mobile

65. Skittles

66. KFC

67. Volkswagen

68. NBC

69. Sprint

70. Pixar

71. Motorola

72. IKEA

73. Pepsi

74. Cisco

75. REI

76. LG

77. AT&T

78. Converse

79. The Gap

80. Chevrolet

81. Louis Vuitton

82. Toys”R”Us

83. H&M

84. Philips

85. General Motors

86. Pringles

87. Visa

88. Prada

89. Panasonic

90. IBM

91. VH1

92. Hulu

93. Oracle

94. Burberry

95. SEGA

96. Sears

97. Avon

98. Jet Blue

99. Lacoste

100. Comcast

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Em alta na net

2010 entrou com tudo, a política, os esportes e a comunicação são assuntos que não saem da boca...ops dos teclados dos colunistas, blogueiros e twitteiros do Brasil.   

Será o primeiro ano sem Lula nas eleições do PT, partido do qual foi fundador, além disso o Brasil irá sediar a Copa do Mundo(2014) e Olimpíadas(2017) e é em 2010 que começaram os preparativos para esses dois importantes eventos, sem contar as novas mídias que são tendências para o marketing coorporativo e também para a candidatura dos políticos que estaram na corrida por um voto e a conquista do maior número de eleitores.

Com tantas novidades é bom que os comunicadores fiquem atentos no assunto, para não ficar de fora dessa que será principalmente a oportunidade para quem esta chegando no mercardo de conquistar seu espaço e mostrar seu pontecial de trabalho.
por Renata Arruda.


Esporte

“Não prevejo muito diferença no cenário de 2010 em comparação com o de 2006. É claro que a internet passa a ter cada vez mais um papel importante, mas acredito que será menor do que todos imaginam. Nada semelhante com o que aconteceu nos Estados Unidos na eleição de Barack Obama. Lá, houve muita mobilização via web para as doações de campanha e há uma tradição de associativismo. Aqui, com um escândalo atrás do outro, a mudança será bem mais lenta”.



Alberto Carlos Almeida é cientista político, diretor do Instituto Análise e articulista do Instituto Millenium. É autor dos livros ‘A cabeça do brasileiro’ e ‘A cabeça do eleitor’ (Ed. Record).


Seis anos inesquecíveis pela frente

“Acredito que 2010 será o primeiro de uma série de seis anos muito importantes para a comunicação esportiva no Brasil. Um movimento que começa com a Copa do Mundo da África do Sul, passa pelas Olimpíadas de Londres em 2012 e chega aos eventos brasileiros, a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Esta série de eventos vai movimentar o mercado esportivo como nunca, as receitas publicitárias vão aumentar e o reflexo poderá ser visto no trabalho não só dos profissionais de publicidade e marketing, mas como no de jornalistas, assessores de imprensa e equipes de infraestrutura. Viveremos um período de ouro nos próximos seis anos”.

Marcio McCulloch é coordenador de projetos do Infoglobo.


O começo da comunicação para a Copa de 2014

“Em 2010, a Copa do Mundo na África trará duas oportunidades. A primeira será o evento em si, que movimentará marcas, empresas, patrocinadores. E a segunda será uma grande plataforma de comunicação, de divulgação, para a edição seguinte que ocorrerá no Brasil. Será o começo da comunicação para a Copa de 2014”.
Carina Almeida é sócia-diretora da Textual Serviços de Comunicação, assessoria de imprensa e relações públicas da candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos.


Maior investimento em marketing

“Os grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, movimentam o mercado como um todo e, em especial, as áreas de comunicação e marketing dos patrocinadores, como é o caso da Coca-Cola. A The Coca-Cola Company patrocina a Fifa e a Copa do Mundo desde 1950 e, em 2010, nossos investimentos em marketing crescerão consideravelmente. O Brasil, que sediará o mundial seguinte, receberá ainda mais atenção por parte da companhia”.

Luciana Feres é diretora de Marketing da Coca-Cola Brasil.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Para entender Relações Públicas e a Comunicação Organizacional

Aberje, 04 de Janeiro de 2010 - Acervo on-line, colunistas, Rodrigo Cogo.

Por Rodrigo Cogo
Do Mundo RP

Partindo do pressuposto de que a área de Relações Públicas representa o ponto-de-vista da comunicação institucional, sua interação com demais subáreas da comunicação integrada – quais sejam a comunicação mercadológica, a comunicação interna e a comunicação administrativa – é fundamental. A perspectiva de análise, planejamento, estratégia, ação e avaliação de Relações Públicas considera o viés do impacto da interação com públicos de interesse na eficácia organizacional, ou seja no estabelecimento de relacionamentos fortes, duradouros e produtivos, levando todos os agentes a serem e a sentirem-se protagonistas das decisões e de sua operacionalização, obtendo, com isto, um engajamento maior e uma respeitabilidade pública mais ampla e consistente.

Neste sentido, quaisquer outros esforços e atitudes de comunicação nas demais subáreas precisam ser permeados deste senso estratégico integrado, que aconselha, interage e monitora as ações e reações de uma opinião pública cada vez mais crítica e participativa, e que integra diferentes agrupamentos sociais em diversos momentos de contato, como funcionários, fornecedores, órgãos governamentais, imprensa, investidores, comunidade, clientes diretos e outros. Em tempos de intensa migração de ambientes e relações para os meios virtuais, quando a comunicação e interfaces partem de múltiplos atores, que produzem e distribuem digitalmente conteúdos e se posicionam de maneira propositiva, cientes de seus direitos e do alcance de sua voz, é mister a consciência e o zelo sobre conceitos emitidos e sua compreensão pelos interlocutores nesta nova dinâmica, daí que atitudes isoladas de outras subáreas da comunicação podem vir a afetar grandemente a credibilidade, a percepção pública e a eficácia da organização. Neste ínterim, os preceitos da área de Relações Públicas e da Comunicação Institucional, lastreados na proposta de transparência e no estímulo a conversações cruzadas, numa retroalimentação contínua de informação e conhecimento, devem estar também na base dos projetos e instrumentos implementados por setores como Marketing e Recursos Humanos.

A área de Relações Públicas serve como modelo também no ponto-de-vista do embasamento em planos estratégicos, que conferem potencialidade às ações por conta do caráter sistêmico e transversal. Assim, dispersões são minimizadas, tempo e dinheiro investidos são otimizados e os resultados pretendidos tendem ao atingimento, porque RP busca evitar uma dissonância de significações, por meio da adequação de linguagens e canais a cada grupo de pessoas visado, tendo como pilar a missão, a visão e os valores da organização, sua identidade e sua promessa de produtos e benefícios. Isto se vê aplicado desde a redação e entrega de documentações oficiais administrativas, até a organização de eventos de integração funcional, passando por uma assessoria a veículos de comunicação como complemento de lançamento de produto, bem como na gestão de crises que envolvem todos os públicos com alguma intensidade e efeito. Sempre a área de RP articula um alinhamento de posturas e ações na organização para que ela seja percebida com unicidade, de maneira concatenada, legível e coerente, alcançando a legitimação.
É relevante ainda a contribuição de RP no que tange à análise de cenários e elaboração de diagnósticos, calçados em intensa capacidade de observação e de aplicação de técnicas investigativas que delineiem tendências e práticas dos públicos de interesse. De posse deste tipo de insumo, são muito melhor determinadas as estratégias e táticas comunicativas em quaisquer esferas, notadamente se cruzadas as informações gerando panoramas e perfis que permitam estimar movimentos futuros e embasar necessidades de correção de rumo em prazo curto.

Basicamente, os mecanismos de atuação e influência da área de RP nas demais subáreas da comunicação integrada despertam e viabilizam o diálogo, o respeito às opiniões correntes e diferentes e a ação colaborativa como forma de disseminar informação, gerar conhecimento, incentivar ou mudar comportamentos e alcançar um resultado final satisfatório para todos os envolvidos. Ao dar voz a interlocutores, minimizando as diferenças de poder e buscando afinar os objetivos e a forma de alcançá-los, está-se exatamente abrindo canais mais propícios à implementação de formatos de comunicação e relacionamento independente da origem dentro da organização.

COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL - Comunicação Organizacional Integrada é um conceito estratégico de gerenciamento de todos os esforços de informação, conhecimento e relacionamento de uma dada organização, junto aos seus múltiplos e complexos “stakeholders”, entendendo e exercendo a articulação sistêmica da comunicação institucional, da comunicação mercadológica, da comunicação administrativa e da comunicação interna como elos de um mesmo discurso, para o que se requer uma consciência transversal sobre o impacto de cada abordagem e contato sobre a reputação, a aceitação e a longevidade.

Partindo desta conceituação, é evidente a importância das organizações adotarem uma filosofia nesta direção. Em cenários de competição acirrada e mundial, dado o estreitamento de fronteiras a partir da globalização econômica e de novos patamares de sociabilização, com um alto grau de desenvolvimento das telecomunicações e da informática, a realidade organizacional de recursos e tempo escassos e de requisitação de resultados abundantes não dá espaço para improvisações e dispersão. Mais que isto, as organizações precisam compreender sua missão para bem além do tripé emprego-imposto-produção, no propósito de atingir sua consolidação e a necessária lucratividade. Na verdade, emerge e se consolida um panorama de profundas e cruzadas exigências para as organizações no campo da responsabilidade social, ou seja de sua capacidade de desenvolver uma participação comprometida com o entorno, através do suporte, direto ou intermediado, para o incremento da oferta e do aproveitamento da sociedade em questões como educação, esporte, saúde e cidadania, entre outros itens até então reservados às estruturas governamentais e civis organizadas. O agrupamento de tão diferentes agentes – os públicos de interlocução – num caminho coeso, articulado e efetivo é exatamente a função da Comunicação Organizacional Integrada, estimulando e coletando de maneira permanente indicadores, percepções, contrariedades, afinamentos na busca do êxito organizacional, com o mesmo empenho do desenvolvimento social da coletividade.

Não podendo mais haver percepção dissociada, a organização precisa internalizar e processar as novas expectativas e transferir seu foco para outro trinômio – agora contemplando os ambientes econômico, social e humano como partes complexas e integradas. Neste sentido, é importante perceber que as organizações são compostas e movidas por pessoas, em interrelações internas e externas, e portanto a base da ativação, manutenção e resgate de diálogos cooperativos constitui a própria comunicação e é a essência do próprio funcionamento organizacional.