quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Construindo audiência em redes sociais

Minha amiga Uslânia Paula sabe que estou muito interessada no assunto "Redes Sociais" e me enviou este texto que compartilho com vocês.

Valeu a #dica Uslânia

Renata Arruda



Fonte: Café com Larajanja

Muitas empresas estão investindo em redes sociais, fazendo o trabalho certo. O resultado vem com o tempo. Não é fácil, mas estas dicas ajudam a evitar erros.

Por Raphael Lacerda

Social media está em alta dentro do mercado digital. A maioria das empresas leva em consideração este novo espaço nas suas campanhas e várias outras começaram a investir, testando para ver o que acontece.

Desta massa de empresas, poucas realmente tiram algum proveito financeiro de seus perfis ou ações sociais, muitas vezes por conta de pequenos erros.

O que mais se fala na internet é que para investir em redes sociais é preciso ser objetivo e saber o que a empresa quer com seus perfis online. É também importante definir o público com o qual a empresa vai se relacionar e escrever uma pauta de conteúdo que atraia estes usuários.

Tudo isto gera um resumo da sua estratégia e tem muita marca fazendo isto tudo, mas mesmo assim não está conseguindo muita coisa com suas redes.

O que acontece é que apenas colocar um perfil no ar, chamar algumas pessoas para seguir e esperar que outras venham pelo efeito do conteúdo é algo muito utópico.

Para que seu perfil “comece” a ter alguma relevância você precisa construir uma audiência de pessoas interessadas no que você fala, e isto deve ser a primeira ação de qualquer estratégia com foco em redes sociais.

Ações de “encher canal”

Cem pessoas não é nada, 500 também não; um perfil só começa a ter uma conversa após seus 5.000.

Não estou falando besteira, este teste é fácil de fazer. Entre no Facebook ou Twitter e vá em um perfil de uma marca grande com seus 10.000+ seguidores; depois vá na em outra com menos de 1.000.

A taxa de engajamento e respostas ao que é falado é infinitamente maior. Leve isto para um e-commerce também – a taxa de vendas vindas dos perfis passa de zero para alguns milhares.

Agora também é preciso cuidado nisto, encher canal apenas por encher não é o caminho. É importante abarrotar os perfis sim, mas de pessoas interessadas no que a empresa quer vender.

Aqui vão algumas táticas:

1. Não crie perfis sociais para campanhas ou produtos de curta duração. Um erro comum que se observa no mercado é o de empresas criando perfis para campanhas de um mês ou para produtos que só terão seis meses de vida.

Isto é um desperdício de audiência desnecessário. Leve seus usuários para perfis onde você vai gerar conteúdo por muito tempo, que seja o institucional da marca, ou outro, mas que não acabe depois de um prazo. Clientes que seguem marcas na internet são ativos desta empresa que são difíceis de conseguir e devem ser cuidados.

2. Promoção bem estruturada e segmentada. Para iniciar a divulgação de qualquer perfil social nada melhor do que uma promoção, mas esta não pode ser apenas dar um prêmio qualquer e esperar os seguidores.

Definir bem seu seguidor desejado, oferecer um prêmio que seja interessante para ele e comunicar isto por outros meios é um bom caminho para trazer pessoas que seguiram o perfil pela promoção naquele momento, mas que num futuro próximo se tornem consumidores da marca.

3. Formadores de opinião. Indicação de pessoas que são relevantes nas redes ajudam a conseguir mais seguidores para o canal, mas também é importante, assim como na promoção, definir quem é o publico e se aquela pessoa pública é seguida por possíveis consumidores da marca.

4. Me siga que te sigo. Esta vale bastante para o Twitter e é utilizada por todo mundo, mas não é muito produtivo sair seguindo todo mundo ou participar daquelas redes de usuários que seguem apenas para ter seguidores, isto não vai adiantar muito.

Siga possíveis clientes e seja suficientemente interessante para que estes te sigam de volta. Por exemplo, se meu público é de jovens do sexo masculino que gostam de esportes, posso usar uma destas ferramentas que filtram termos que usuários estão falando e seguir aqueles que falam de futebol, oferecendo em minhas postagens descontos em bolas ou chuteiras.

5. Divulgação. As pessoas precisam saber que existe este canal de relacionamento para a marca. Vale tudo: divulgar o canal nas peças off-line da empresa, no e-mail marketing, no ponto de venda e onde mais for relevante.

Sendo sincero, gerar tudo isto não é fácil. Fazer redes sociais como usuário, todo mundo faz, agora gerar lucros para empresas envolve um maior profissionalismo

Fonte: [Webinsider]
 


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Perfis Digigráficos - Entenda o comportamento digital

Encontrei um estudo interessantíssimo feito pela agência DM9, realizado com pessoas de idades entre 8 e 60 anos, das classes A, B e C, heavy e regular users de ferramentas digitais, este estudo faz uma nova classificação do consumidor no ambiente digital a partir de Perfis Digigráficos. São eles: Imersos, Ferramentados, Fascinados, Emparelhados e Evoluídos.

Assistam vale a pena conferir!



Fonte: Nós da Comunicação

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Você já utilizou a técnica de Storytelling para motivar os funcionários de sua empresa?

Por Renata Arruda

Não? Pois deveria.

Primeiro vamos entender este conceito:

Storytelling é uma técnica ancestral utilizada para preservar e construir identidades como as religiões, motivar e inspirar guerras e batalhas, além de humanizar entidades e lendas como foi feito na Idade Antiga.

''é uma maneira de utilizar narrativas para compartilhar informações, conhecimentos e experiências''.   Giorgio Dal MolinAbril, 2009

No ambiente corporativo, utilizamos Storytelling para preservar a identidade e a história da empresa;formar cultura e reforçar valores;motivar equipes, inspirar ideias e criar novas realidades;humanizar a empresa com sua história própria e de personagens (colaboradores).

Para implantar esse conceito no nosso planejamento de comunicação interna é importante que o comunicador tenha conhecimento da história da empresa e do perfil dos funcionários, pois assim ele poderá aplicar a técnica de forma eficiente e eficáz, conquistando a atenção e mudança positiva no comportamento dos colaboradores.

Sendo assim antes de fazer, pense sobre...

 

Já utilizei esta técnica de forma simples em uma experiência de trabalho com comunicação interna em um entidade filantrópica onde a repercusão foi excelente, a partir de dados sobre funcionários antigos ou que se destacavam na empresa utilizei um espaço no jornal interno da mesma para contar histórias sobre estes colaboradores que tinham uma representação cultural muito forte dentro da entidade. Fiquei feliz ao perceber que a técnica surtiu efeito, pude mensurar descontração, emoção e sentimento de pertencimento a empresa por parte dos citados nas histórias e também dos seus colegas de trabalho.