sexta-feira, 28 de maio de 2010

Endomarketing ainda é pouco usado por muitas empresas

Campanhas internas podem melhorar a produtividade dos colaboradores
Imprimir aos olhos de muitos empresários e donos de pequenas e médias empresas, o investimento em um setor de Comunicação ainda não é visto com bons olhos. Parece ser outro gasto supérfluo, mas a comunicação interna pode mudar – e muito – o interior e o clima de trabalho de uma empresa por dentro. Qual empresa nunca pensou em fazer uma campanha para redução de custos e economia de papel? Este tipo de ação é um exemplo de marketing interno.

Baseado em ações de marketing aliado ao setor de RH, profissionais destinados a isso podem desenvolver o endomarketing e garantir grandes melhorias no que diz respeito a assuntos de interesse dos colaboradores. A partir do momento em que o RH constata uma necessidade dos funcionários, a área de comunicação desenvolve campanhas para atender essas demandas.

Para Bernt Entschev, headhunter e presidente da De Bernt Entschev Human Capital, o endomarketing "tem papel fundamental no que diz respeito a fazer o colaborador vestir a camisa da empresa". Ele ressalta ainda que as ações promovem a integração entre funcionários, setores e hierarquias, tornando o ambiente de trabalho mais agradável. "É muito confortável trabalhar em um ambiente onde ninguém se sente superior ou inferior a ninguém. Todos são iguais, afinal de contas", completa Bernt.

Há uma variedade imensa de ações que podem ser desenvolvidas. Além de comunicar mudanças através de canais tradicionais como jornal mural ou newsletter, podem ser ofertados ainda cursos, palestras, workshops, festas, descontos e bônus especiais nas lojas da empresa etc. "O canal de comunicação empresa-funcionário é importantíssimo para que ele se sinta integrado a ela. Quando ele acredita na empresa e nos produtos/serviços que ela oferece, certamente vai trabalhar com muito mais gosto pelo seu desenvolvimento".


 
visível a resistência dos gestores sobre a ferramenta de endomarketing, ontem participei de uma reunião onde a fala sobre este assunto foi a seguinte: ''Precisamos de captar recursos, o dinheiro tem que entrar primeiro para depois trabalharmos as questões internas...'' Fico sem entender como profissionais renomados e de experiência no mercado não conseguem compreender que primeiro temos que arrumar a casa para depois buscarmos lá fora.

Tenho sentido esta resistência e uma enorme dificuldade para convencer que o público interno é tão importante quanto o externo. Como captaremos recursos e teremos pessoas empenhadas em investir na empresa se o público interno multiplica externamente comentários negativos?
Bem me manterei firme na defesa do endomarketing, espero que as mentes se abram e que percebam que o retorno destas ações seram para todos, inclusive para os gestores.''

Por Renata Arruda

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Comunicado aos leitores

Queridos leitores,

Vou ficar algum tempo sem postar no ValoRP,  peço desculpas pela ausência.
Logo irei retornar com muitas novidades.

Um grande Abraço a todos!

Renata Arruda

quarta-feira, 24 de março de 2010

Relações Públicas + Café RP = Conhecimento

Por Ana Paula Silva
Após a formatura muitos profissionais se perguntam; E agora? Formei? O que fazer? Qual especialização devo iniciar ? Pós, MBA, ingressar em outro curso ou fazer obtenção de novo título?

São perguntas comuns mas que causam um grande transtorno e preocupação para alguns dos milhares de formandos que saem da faculdade todos os semestres e em especial para aqueles que almejam atuar na profissão que escolheram. Portanto vale uma dica: Pesquise, aperfeiçoe-se, participe de palestras, seminários sobre seu curso, pois isto é uma forma de interação e mais conhecimento para a sua area de atuação.

Digo isso, pois, eu e algumas amigas de profissão participamos de alguns eventos, e um destes foi realizado no dia 17 de março, que atende pelo nome de “Café RP”. Este evento é organizado pela Relações Públicas Alanna, é um encontro com profissionais da área com o objetivo de discutir idéias , tendências de mercado, ampliar a lista de relacionamentos e conhecer um pouco da trajetória de cada um. O próximo, será divulgado no site do Horizonte RP.

O encontro foi muito bom, pois tive a oportunidade de estar em contato com pessoas que já atuam na profissão e fazer network. Dentre os vários assuntos ligados a área de Relações Publicas fez-se a seguinte pergunta: Qual pós fazer? As pessoas ali presentes falavam de suas preferencias, porém, como eu não tinha uma opinião formada até aquele momento falei sobre as matérias que tive mais empatia; Essa pergunta me incomoda desde os tempos da faculdade, porém agora com mais evidência pois já estou formada e quero me especializar, mas em quê?

Tentando achar uma resposta a esta pergunta, conversei com minha amiga Renata, criadora do blog Valor RP e ela me disse sobre a semelhança das atividades das Relações Públicas com as da engenharia de produção. Que relação existe entre profissões tão distintas?

Pesquisando sobre o assunto percebi o quanto ambas estão interligadas. A princípio são áreas diferentes e que não aparentam semelhanças em suas atividades. Algumas décadas atrás, a visão da engenharia era somente com a produção, as atividades eram rotineiras.

Atualmente, com as novas tendências de mercado e a valorização dos recursos humanos, esta área da engenharia tornou-se flexível. A preocupação com o lado humano se transformou em fator relevante e vitalício para o desempenho das empresas que vão se adaptando ao novo modelo de gestão.

Seguindo este contexto, a engenharia de produção tem o objetivo de melhorar e de administrar a produção, seja na área de custo , qualidade produtividade e atendimento aos clientes. Após formado o profissional será capaz de identificar falhas na qualidade da produção, gerenciar sistemas da administração referentes a produção da empresa, compreender e solucionar problemas juntamente com o colaborares do chão de fábrica , dentre outras atividades semelhantes ao das relações públicas.

Desta forma, tomei o exemplo da engenharia de produção como modelo para o qual executo meu serviço. Sou colaboradora do chão de fábrica de uma empresa estatal. Tenho nível técnico em mecânica e superior em relações publicas, e mais do que nunca percebi o quanto a minha formação superior abrangeu benefícios na empresa que antes eram vistos como obstáculos. Porém quero obter mais conhecimento para poder retribuí-lo, contribuindo para uma troca recíproca e positiva entre empregado e empresa. Após esta pesquisa, e conversando com profissionais da área penso em fazer pós no campo da engenharia de produção.

Termino este texto com a seguinte frase; “A busca de conhecimento são as respostas para a nossa curiosidade.” (desconheço o autor).