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sábado, 23 de junho de 2012

Relações Públicas Digitais

Por @rrenataarrudas

A evolução no mundo digital acontece muito rápido, é estranho quando penso que a poucos 4 anos atrás, quando ainda estava na faculdade direcionávamos pouquíssima importância ao on-line, todas as campanhas e estratégias que eram criadas pela minha turma de graduação eram 90% focadas no off line, parecia que mesmo com o boom do Orkut (atualmente é o Facebook e o Pinterest) e o crescimento da blogosfera ninguém (no mundo da minha sala na faculdade) acreditava de fato que o digital iria vir para ficar.

Relações Públicas, digital, era digital, compatilhamento
foto: xcomunicacao.com.br
Não quero dizer com isso que campanhas em outros meios não funcionem, mas é fato que na web tudo acontece mais rápido, as recomendações e compartilhamentos mudaram a forma das pessoas escolherem que produto ou serviço querem adquirir.

Lembro  que quando me formei, me senti um pouco órfã e com muita saudade do mundo acadêmico, assim comecei a utilizar a internet como minha nova faculdade e foi a partir daí que descobri que os conceitos que havia aprendido ontem já tinham mudado, de certa forma eu estava recém - formada e também desatualizada. Essa pesquisa me levou a conhecer o mundo da web 2.0 e todas as possibilidades que ela pode me oferecer, descobri que estávamos vivendo a era digital, que muitas ondas (modismos) vem como tsunamis e depois passam (temos de novo o orkut como exemplo), que as estratégias devem ser pensadas no On e no Off-line de forma interligada. Confesso que fiquei encantada e hoje sou apaixonada pelo digital.

Durante um tempo entrei em uma crise existencial sobre o futuro da profissão de RP (onde será que vamos parar? Está tudo tão diferente do q aprendi...) Nesse momento entendi que o mundo digital, as novas mídias, a padronização no contato direto com o cliente on-line, a importância de se ter reputação e relevância na web, são nada mais nada menos que atividades de Relações Públicas, profissional que tem como algumas de suas atribuições gerir relacionamentos, fidelizar públicos e manter o foco nas pessoas.

Assim entendi que na era do compartilhamento (''Você é o que você  compartilha'' @gilgiardelli) o Rp que sabe dar valor ao que os seus públicos compartilham e que trabalha as estratégias On e Off com foco nas pessoas vai sobreviver as tisunamis (modismos) e deixar sua contribuição com competência nesse mundo que agora é digital, compartilhado e que não para de mudar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

24 dicas de como redigir um texto convincente

No nosso trabalho como comunicador, uma das funções exercidas por todos nós independente da área de atuação (claro que uns escrevem mais e outros menos) é a redação de algum tipo de texto, este pode ser um anúncio para a imprensa, elaborar uma carta proposta para um cliente, elaborar um folheto para divulgar algo, elaborar um prospect para vender uma ideia, elaborar um projeto de Patrocínio ou de apoio, e outros textos que são redigidos com objetivos específicos.

Estou estudando sobre mídias sociais e encontrei algumas dicas sobre como escrever textos convincentes, elas servem tanto para textos da web quanto para impressos.

Assim segue abaixo 24 dicas de como redigir um texto segundo Claude Hopkins

1 - Devemos ser claros e convincentes.


2 - Escrever bonito é uma clara desvantagem.

3 - Não se deve usar um único estilo literário. Em determinados casos.

4 - Se no texto transparecer a tentativa de venda, ocorrerá resistência.

5 - Slogans podem ser perigosos.

6 - Os únicos leitores que temos são as pessoas a quem interessa nosso assunto.

7 - Ninguém lê anúncio para divertir-se.

8 - Letras garrafais e grandes chamadas podem não surtir efeito nenhum, pois as pessoas lêem só o que lhes interessa.

9 - Seja simples, não tente inventar demais.

10 - Quem escreve um texto, deve ter em mente que na realidade estará vendendo através do texto; evite querer ser artista; não busque aplausos.

11 - Quando estiver preparando um anúncio, tenha diante dos olhos um comprador típico.

12 - Não pense nas pessoas como massa; pense num indivíduo típico (homem ou mulher), que provavelmente irá querer aquilo que você vende.

13 - Procure saber detalhes do seu público-alvo.

14 - Tenha empatia, e se coloque no lugar de um comprador.

15 - Os melhores anúncios não pedem a ninguém que compre - isto é inútil.

16 - Na maioria das vezes não se deve citar preço.

17 - Os textos se baseiam na natureza humana.

18 - As pessoas não compram produtos; elas compram os benefícios que o produto lhe
proporcionará; por isto redija os benefícios.

19 - Escreva textos com o objetivo de vender, para isso lembre-se das técnicas de venda

pessoais (vendedor-comprador). Ex.: um fabricante de escovas, obtém enorme sucesso,

mandando seus vendedores, de porta em porta. Seus vendedores, vão, mas não pedem a

nenhuma dona de casa que compre algo. Eles dizem: .mandaram-me aqui para lhe dar

uma escova. Trouxe umas amostras e gostaria que a senhora fizesse sua escolha.. A

dona de casa é toda sorrisos e atenção. Ao pegar uma das escovas, vê diversas outras de

que precisa. E acaba solicitando (comprando algum outro modelo.

20 - Evite superlativos (afirmações exageradas).

21 - Ao comparar, forneça dados numéricos e/ou estatísticos.

22 - Evite anúncios em série (que continuem em outra edição); eles quase nunca ligam.

23 - Se você consegue chamar atenção de uma pessoa, então convoque todos os seus bons
argumentos. Apresente todas as fases do seu assunto.

24 - Teste seus escritos. Verifique se realmente eles passam o que você quer passar (construa
o seu mercado-teste)

Fonte: E-book - Webpsicology; Marco Bechara.