terça-feira, 17 de janeiro de 2012

24 dicas de como redigir um texto convincente

No nosso trabalho como comunicador, uma das funções exercidas por todos nós independente da área de atuação (claro que uns escrevem mais e outros menos) é a redação de algum tipo de texto, este pode ser um anúncio para a imprensa, elaborar uma carta proposta para um cliente, elaborar um folheto para divulgar algo, elaborar um prospect para vender uma ideia, elaborar um projeto de Patrocínio ou de apoio, e outros textos que são redigidos com objetivos específicos.

Estou estudando sobre mídias sociais e encontrei algumas dicas sobre como escrever textos convincentes, elas servem tanto para textos da web quanto para impressos.

Assim segue abaixo 24 dicas de como redigir um texto segundo Claude Hopkins

1 - Devemos ser claros e convincentes.


2 - Escrever bonito é uma clara desvantagem.

3 - Não se deve usar um único estilo literário. Em determinados casos.

4 - Se no texto transparecer a tentativa de venda, ocorrerá resistência.

5 - Slogans podem ser perigosos.

6 - Os únicos leitores que temos são as pessoas a quem interessa nosso assunto.

7 - Ninguém lê anúncio para divertir-se.

8 - Letras garrafais e grandes chamadas podem não surtir efeito nenhum, pois as pessoas lêem só o que lhes interessa.

9 - Seja simples, não tente inventar demais.

10 - Quem escreve um texto, deve ter em mente que na realidade estará vendendo através do texto; evite querer ser artista; não busque aplausos.

11 - Quando estiver preparando um anúncio, tenha diante dos olhos um comprador típico.

12 - Não pense nas pessoas como massa; pense num indivíduo típico (homem ou mulher), que provavelmente irá querer aquilo que você vende.

13 - Procure saber detalhes do seu público-alvo.

14 - Tenha empatia, e se coloque no lugar de um comprador.

15 - Os melhores anúncios não pedem a ninguém que compre - isto é inútil.

16 - Na maioria das vezes não se deve citar preço.

17 - Os textos se baseiam na natureza humana.

18 - As pessoas não compram produtos; elas compram os benefícios que o produto lhe
proporcionará; por isto redija os benefícios.

19 - Escreva textos com o objetivo de vender, para isso lembre-se das técnicas de venda

pessoais (vendedor-comprador). Ex.: um fabricante de escovas, obtém enorme sucesso,

mandando seus vendedores, de porta em porta. Seus vendedores, vão, mas não pedem a

nenhuma dona de casa que compre algo. Eles dizem: .mandaram-me aqui para lhe dar

uma escova. Trouxe umas amostras e gostaria que a senhora fizesse sua escolha.. A

dona de casa é toda sorrisos e atenção. Ao pegar uma das escovas, vê diversas outras de

que precisa. E acaba solicitando (comprando algum outro modelo.

20 - Evite superlativos (afirmações exageradas).

21 - Ao comparar, forneça dados numéricos e/ou estatísticos.

22 - Evite anúncios em série (que continuem em outra edição); eles quase nunca ligam.

23 - Se você consegue chamar atenção de uma pessoa, então convoque todos os seus bons
argumentos. Apresente todas as fases do seu assunto.

24 - Teste seus escritos. Verifique se realmente eles passam o que você quer passar (construa
o seu mercado-teste)

Fonte: E-book - Webpsicology; Marco Bechara.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como fazer planejamento de Marketing para mídias sociais (parte 2)


Por Maria Alana Brinker

No primeiro post, mostramos as etapas iniciais e mais básicas do planejamento de Marketing adaptado às mídias sociais. Neste, você poderá conferir etapas não tão comuns na estrutura de um planejamento, mas que ajudam a torná-lo melhor e mais completo. Seguem elas:

9 – conteúdo (é muito comum a criação de canais em mídias sociais sem que antes haja um planejado do conteúdo a ser veiculado neles. Isso pode ocasionar a perda de foco e, consequentemente, a dificuldade na retenção do público-alvo. Por isso, nesta etapa devem ser definidos os tipos de assuntos – minha sugestão é dividi-los em categorias, para facilitar a organização -, o padrão de escrita – que deve ser adequado ao público-alvo – e a previsão da frequência das postagens);

10 – relacionamento (todo cliente quer ser bem tratado, sentir-se importante e único. Com o internauta não é diferente. Crie ações que o valorizem, o fidelizem e o deixem mais próximo.);

11 – críticas (a exposição a críticas, ou mesmo à chance de passar por uma crise, pode ser maior ou menor dependendo da área em que você ou seu cliente atua. Mas uma coisa é certa: independente do ramo, qualquer um está sujeito a situações como estas, ainda mais se tratando do ambiente da web, onde as informações são disseminadas com grande rapidez. Por isso, o ideal é estar preparado para responder, de maneira adequada e rápida, a qualquer questionamento, e saber posicionar-se diante de uma possível crise. Uma dica é eleger um ou mais responsáveis para isso dentro do planejamento.

Dica: se você vai utilizar canais como blog e / ou site, não esqueça dos critérios de usabilidade. Na dúvida, consulte o Consórcio World Wide Web (W3C) .

O texto de hoje foi baseado no post de Mayko Franceschi, consultor de Marketing Digital da Magoweb.

Fonte: Comunicação & Tendências

Como fazer planejamento de marketing para mídias sociais (Parte 1)

Queridos, segue abaixo um texto da Maria Alana sobre mídias sociais, vocês irão perceber que postarei muitas coisas interessantes sobre este assunto aqui. Atualmente estou estudando bastante sobre mídias e quero compartilhar com vocês tudo de bom que eu encontrar pela web.

Beijos,

Renata Arruda


Por Maria Alana Brinker

Se você trabalha com mídias sociais ou apenas gerencia o seu próprio perfil, sabe que o retorno e o seu desempenho dependem de uma série de fatores, como: tipo de conteúdo divulgado, quem segue você, quantas pessoas leem seus textos, quantas vezes as informações que você posta são compartilhadas e por quem, que tipos de comentários recebe etc.

Cada vez que um novo canal de mídia social é criado, surgem diferentes termos, parâmetros e regras que definem desde seu ranking ou page rank na web até uma posição melhor nos buscadores – neste caso falamos de SEO (Search Engine Optimization). Até aí, tudo bem. Criar perfis nas mídias sociais não tem mistério. Mas, e gerenciá-los? Você já pensou que para conseguir bons resultados com suas ações nas mídias sociais é necessário um bom planejamento?

A ansiedade em divulgar informações pode fazer com que os retornos – tanto de imagem como os financeiros – obtidos através das mídias sociais sejam muito diferentes dos objetivos traçados. Isto acontece porque, muito provavelmente, as pessoas que você adiciona / segue e o conteúdo postado / replicado não foram planejados. “Peraí”, então faltou delimitar onde você queria chegar.

COMO FAZER PLANEJAMENTO DE MARKETING PARA MÍDIAS SOCIAIS

Todo planejamento de Marketing tem uma estrutura básica, que é adequada às necessidades e ao contexto da situação. Para as mídias sociais não é diferente, e você pode começar com as seguintes etapas, nesta ordem:

1 – objetivo (definir o que se pretende com a realização das ações, onde se deseja chegar);

2 – público-alvo (quais os tipos de pessoas que deverão receber as informações divulgadas);

3 – análise externa ou da concorrência (aqui é importante fazer o levantamento das oportunidades e ameaças);

4 – análise interna (neste item, devem ser analisados os pontos fortes e fracos do cliente ou do seu próprio negócio);

5 – escolha dos canais (depois de definido o público-alvo, pesquise os canais onde ele está presente e analise em quais você quer investir);

6 – check list (nesta etapa, será definido quem faz o quê);

7 – monitoramento (este item é um dos mais importantes do planejamento, porque é ele que mostrará se as ações estão sendo efetivas ou não. O monitoramento pode ser realizado através de pesquisas, enquetes e relatórios.);

8 – cronograma (o bom e velho cronograma nunca pode faltar, e deve ser levado a sério. Lembre-se que atrasos frequentes no cumprimento das tarefas podem significar problemas no processo.).

Dica: nem sempre quantidade é sinônimo de qualidade! Dependendo do negócio do cliente e do objetivo que se tem com a criação do perfil, vale mais a pena seguir / adicionar 200 pessoas que tenham características e comportamentos do público-alvo do que 1.000 que não tenham.