quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Tem novidade no ar!

Não é segredo para ninguém que eu amo o mundo digital e todo tipo de tecnologia!
  
Além disso, também gosto de escrever e principalmente gosto de pesquisar, estudar as mídias sociais e o seu funcionamento.
 
Há alguns meses me reuni com uma amiga Uslânia Paula e resolvi colocar outro sonho em prática, criar um espaço nas redes sociais para falar sobre o mundo feminino. Ela gostou da ideia, desde então começamos um planejamento e logo colocamos o plano em prática!
 
A primeira atitude a ser tomada era a escolha do nome e também quais temas iríamos abordar, para isto criamos um formulário e enviamos para todas as nossas amigas que com louvor responderam e nos ajudaram a escolher o nome Feminilidades para o blog e os temas eleitos foram moda, comportamento e carreira.


Feminilidades, obrigada, agradecimento
E-mail marketing de agradecimento
enviado para as participantes da eleição para o nome do blog.

Aproveito o espaço para agradecer mais uma vez a todas que nos acompanharam e que fazem parte de todo o processo de criação do blog, o Feminilidades tem um pouco da essência de cada uma de vocês!


Para testar o nível de aceitação da ideia criamos uma News letter semanal chamada Menina! Você Sabia? onde reunimos os conteúdos que consideramos mais interessantes da internet sobre os temas escolhidos e começamos a enviar às nossas amigas e pedi que elas compartilhassem com suas amigas, mais uma vez o plano deu certo e o retorno foi ótimo.



News letter, informação, mundo feminino
Capa da News Letter do Blog Feminilidades


O terceiro passo foi criar uma Fan Page no facebook para divulgar a nossa ideia, falar sobre os assuntos definidos e criar uma empatia com a marca Feminilidades para um público segmentado de pessoas interessadas no mundo feminino e mais uma vez alcançamos ótimos resultados, o público vem crescendo e participando cada dia mais da página.


Fan Page, capa, feminilidades
1º capa da FanPage do Blog Feminilidades
 
Assim depois de meses de pesquisas no dia 19 de novembro deste ano lançamos junto com a 15º edição da News Menina! Você Sabia? o tão sonhado e planejado Blog Feminilidades, desde então o resultado tem sido encantador para mim e para a Uslânia minha sócia nesse novo projeto.



Lançamento, blog, blog Feminilidades, Feminilidades, mundo femino
Capa de Lançamento do Blog Feminilidades
 
Compartilho essas informações para lembrar a vocês que toda ideia pode ser colocada em prática, o mundo digital nos dá varias possibilidades e para que tudo dê certo é necessário que você acima de tudo acredite no seu potencial e no potencial de quem embarcou nessa com você, é importante o foco, a pesquisa e o planejamento que é o que norteia todo o processo e permite que você avalie os resultados erros e acertos.
 
Para as meninas e meninos que desejam desbravar o mundo Feminino super indico o Feminilidades, acessem e conheçam um pouco mais sobre o que pensamos a respeito de moda, comportamento e carreira para as mulheres.
 
 
Há e também visitem a nossa página www.facebook.com/blogfeminilidades

 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Vocês viram a nova ferramenta de promoção do Facebook?

Agora é possível promover o seu post pessoal no Facebook, vocês viram?

É só dá uma olhadinha na linha do tempo, a sua última publicação terá em baixo, ao lado do "Curtir'' "Comentar" a opção "Promover".


Basta clicar no link ''promover" e escolher a forma de pagamento pelo valor de R$3,75.

Assim a publicação escolhida irá ficar no início do feed de notícias e será marecada como patrocinada.

Uma nova forma de divulgação no facebook que na minha opinião irá possibilitar aos donos de perfis com grande engajamento utilizar a rede social para a venda de campanhas publicitárias, isso claro se a mania pegar...mas pelo visto essa ferramenta já foi testada em outros países e tem grandes possiilidades de ''pegar'' com toda força no Brasil.

A novidade pode ser boa ou ruim...Quero saber a opinião de vocês, curtiram a nova ferramenta?

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Como divulgar seu blog nas redes sociais - Parte 1


Blog, twitter, facebook, redes sociais
Imagem: Mundotecno.info
Esta semana estive em um dos eventos do projeto Tio Flávio Cultural sobre Branding e como potencializar blogs no facebook. Foi um encontro para blogueiros e o retorno foi excelente, agora quero dividir com vocês o que aprendi com a Prí Loredo que trabalha com solução de engajamento em redes sociais.

Os nossos queridos blogs tem a finalidade em sua maioria de difundir conhecimento e realizar um intercambio de ideias com seus leitores, no entanto atualmente existem milhares de blogs sobre todas as áreas espalhados pela rede. Para que as pessoas conheçam o seu blog e o acessem é necessário utilizar algumas estratégias para a divulgação do mesmo, é bom frisar que acima de tudo um dos principais fatores para um blog ter acessos é a disseminação de conteúdo relevante e interessante para o público que você quer atingir.
 
Uma das formas de fazer o seu blog chegar aos olhos (clicks) do seu tão estimado leitor é utilizar das técnicas de SEO que são responsáveis pela permanencia do seu domínio nos primeiros ranqueamentos dos mecanismos de busca. 
 
 
 
Mas  SEO sozinho não é suficiente para engajar os leitores e fidelizar os seus públicos, as redes sociais são ferramentas de extrema importância, principalmente quando levamos em consideração que a maioria das pessoas gastam hoje grande parte do seu tempo navegando em redes sociais.
 
 
 
Assim apresento para vocês a primeira de muitas dicas que aprendi com a Prí Loredo para potencializar nossos blogs nas redes sociais :
 
 
 

#Dica de hoje:

 
 

Para criar engajamento nas redes sociais é importante utilizar uma linha de conteúdo exclusiva para tratar no facebook, twitter e outras redes, assuntos que nem sempre são postados no blog mas que tenham ligação com o tema que você aborda (Em cada rede os assuntos devem ter um tratamento diferenciado com uma linguagem adequada para cada meio). Você pode indicar links de sites e blogs que segue e respeita com temas relacionados ao seu conteúdo e por favor não se esqueça de que todas as fontes devem ser mantidas SEMPRE!

 
 
Me conta, você já utilizou desta estratégia?
 

sábado, 23 de junho de 2012

Relações Públicas Digitais

Por @rrenataarrudas

A evolução no mundo digital acontece muito rápido, é estranho quando penso que a poucos 4 anos atrás, quando ainda estava na faculdade direcionávamos pouquíssima importância ao on-line, todas as campanhas e estratégias que eram criadas pela minha turma de graduação eram 90% focadas no off line, parecia que mesmo com o boom do Orkut (atualmente é o Facebook e o Pinterest) e o crescimento da blogosfera ninguém (no mundo da minha sala na faculdade) acreditava de fato que o digital iria vir para ficar.

Relações Públicas, digital, era digital, compatilhamento
foto: xcomunicacao.com.br
Não quero dizer com isso que campanhas em outros meios não funcionem, mas é fato que na web tudo acontece mais rápido, as recomendações e compartilhamentos mudaram a forma das pessoas escolherem que produto ou serviço querem adquirir.

Lembro  que quando me formei, me senti um pouco órfã e com muita saudade do mundo acadêmico, assim comecei a utilizar a internet como minha nova faculdade e foi a partir daí que descobri que os conceitos que havia aprendido ontem já tinham mudado, de certa forma eu estava recém - formada e também desatualizada. Essa pesquisa me levou a conhecer o mundo da web 2.0 e todas as possibilidades que ela pode me oferecer, descobri que estávamos vivendo a era digital, que muitas ondas (modismos) vem como tsunamis e depois passam (temos de novo o orkut como exemplo), que as estratégias devem ser pensadas no On e no Off-line de forma interligada. Confesso que fiquei encantada e hoje sou apaixonada pelo digital.

Durante um tempo entrei em uma crise existencial sobre o futuro da profissão de RP (onde será que vamos parar? Está tudo tão diferente do q aprendi...) Nesse momento entendi que o mundo digital, as novas mídias, a padronização no contato direto com o cliente on-line, a importância de se ter reputação e relevância na web, são nada mais nada menos que atividades de Relações Públicas, profissional que tem como algumas de suas atribuições gerir relacionamentos, fidelizar públicos e manter o foco nas pessoas.

Assim entendi que na era do compartilhamento (''Você é o que você  compartilha'' @gilgiardelli) o Rp que sabe dar valor ao que os seus públicos compartilham e que trabalha as estratégias On e Off com foco nas pessoas vai sobreviver as tisunamis (modismos) e deixar sua contribuição com competência nesse mundo que agora é digital, compartilhado e que não para de mudar.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

7 erros na organização de eventos

Por Renata Arruda

Fazer dos erros uma oportunidade de mudança e aprendizado. Esta frase me ajuda a ver o lado bom das coisas.

Ontem participei de um evento em Belo Horizonte, que me fez relembrar muitas coisas que aprendi na faculdade bem no início da graduação e depois na matéria de eventos.
Organizar um evento não é uma tarefa fácil, a equipe deve estar alinhada, além disto, os mínimos detalhes devem ser observados para que tudo aconteça na mais perfeita sintonia.



Eventos, planejamento em eventos, organização

Foto: Site Ebdicas






Vou citar alguns erros de organização que observei para que não venhamos a cometê-los no futuro e  para que se possa melhorar, aprimorar.

1º - Erro da prestadora de serviço para pagamentos on-line na hora de fazer a inscrição.   

Isto pode acontecer, mas para que a imagem da empresa não saia arranhada é necessário gerenciar a crise, contornar a situação e dar respostas rápidas e retorno satisfatório aos clientes.

2º - O atendimento on-line não funcionou de forma satisfatória: 

Foi necessário fazer contato via fale conosco do site, twitter, e-mail e facebook e a resposta só chegou no dia seguinte via e-mail, me informado que poderíamos realizar a inscrição no dia do evento. Entendo que o fluxo de reclamação pode ter sido grande, mas quando uma empresa está na internet/redes sociais o que se espera dela é um retorno rápido e padronização do atendimento.

3º  - Os benefícios oferecidos para a inscrição pelo Facebook, não seriam mantidos para as inscrições feitas no dia do evento.

Sinceramente se a empresa oferece condições especiais e acontece um erro por parte da prestadora de serviços contratada por ela, o mínimo que se deve fazer é manter estas condições para que o cliente não seja prejudicado. É importante ter um plano B.

4º  - O  horário de almoço foi de apenas 30 minutos.

Na programação o horário de almoço teria 1h20 de duração, logo teve apenas 30 minutos e para piorar o deslocamento ao restaurante mais acessível e próximo demorava cerca de 10 minutos a pé. Quando organizamos um evento, devemos pensar na logística do mesmo, mensurar o tempo de duração das atividades e o deslocamento dos participantes e principalmente tomar muito cuidado para não sair do roteiro e mudar a programação já divulgada.

5º  - A programação do evento foi alterada no dia do mesmo.

A programação, como já diz o nome, existe para que as pessoas se programem, se antecipem, quando a mudamos desorganizamos e prejudicamos as pessoas que se orientaram pelas mesmas. Eu por exemplo me organizei para chegar mais tarde e por conta desta mudança perdi a palestra que mais me chamou a atenção e me converteu a fazer a inscrição para o evento.

6º  - Alguns espaços estavam lotados, tinham pessoas sentadas no chão e muitas em pé.

Um evento com inscrição e pagamento prévio, deve no mínimo ter assentos para todos os inscritos.

7º  - O conteúdo de algumas palestras não foi satisfatório.

Além de todos estes erros, quase inaceitáveis para um evento pago realizado por uma empresa renomada, o conteúdo de algumas palestras foi ruim e sem assertividade. Para evitar este tipo de insatisfação é sugerido que se tenha referência dos palestrantes e também da metodologia de apresentação dos mesmos.
Enfim diante de tudo isso o evento foi enriquecedor para mim, como tudo tem seu lado positivo o evento também teve palestras que superaram as expectativas e me fizeram refletir sobre a vida e ver as coisas de um ponto de vista diferente. Além disto aprendi muito sobre o que não se deve fazer na organização de um evento e da importância de um bom Relações Públicas para a gestão do mesmo.
E você o que acha?
Participe, deixe seu comentário!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Relações Públicas para a nossa alegria

Hoje acordei naqueles dias de reflexão, quando repensamos a vida e nossas escolhas, em meio a tudo isso repassei na memória a minha trajetória como Relações Públicas (dois anos) e me perguntei se realmente fiz a escolha certa? Percebi que sim, apesar de alguns contras, tudo o que vivi até hoje em função desta opção tem feito de mim além de profissional uma pessoa melhor.

Sei que estou só no início e tenho muito a aprender, hoje tenho me dedicado a estudar a área de comunicação digital, onde vejo uma mudança no perfil dos RP's que também passaram a ser digitais, as novidades deste mundo e tudo que se constrói a cada dia em função do engajamento, da pesquisa e determinação dos profissionais da classe me faz perceber que Relações Públicas é uma profissão em constante crescimento e transformação. (Para nossa alegria)
Sugiro o vídeo da @CarolTerra sobre sua tese de doutorado e explicação do "usuário-mídia" ao Fala Doutor.

Aproveito o espaço para registrar minha indignação, pois percebo que ainda existem pessoas experientes da área de comunicação que entendem RP apenas como cerimonial e eventos (não desmerecendo esta função que adoro fazer), mas sabemos que a função da profissão de Relações Públicas é ampla e para exercê-la o profissional realiza a gestão de crises, trabalha a comunicação interna de uma organização e o relacionamento com os diversos públicos, desenvolve conteúdo e faz o relacionamento com a imprensa. Para ser Relações Públicas é preciso ser líder, dinâmico e saber lidar com pessoas no sentindo mais humano da palavra, independente do ambiente em que estas pessoas se encontram (digital, coorporativo...), realizando a gestão da imagem e gerando lucro e valor para a imagem dos seus clientes.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Cursos Online Gratuitos

Achei estas informações que acredito, serão de muita relevância para todos os leitores do ValoRP!

OS MELHORES CURSOS GRATUITOS À DISTÂNCIA

"Estou disponibilizando abaixo uma lista de sites com cursos online gratuitos, que foi cedida pela Flávia Oliveira, no grupo VOCÊ/SA do LinkedIn, através de um post que obteve centenas de acessos. Vários deles disponibilizam inclusive o certificado ao final do curso.''

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS:
A FGV, reconhecida instituição de ensino na área de negócios, oferece conteúdo e materiais didáticos gratuitos pela internet. Você encontrará cursos nas seguintes áreas:
  • Finanças Pessoais
  • Sustentabilidade
  • Direito
  • Metodologia
  • Administração (Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia, Qualidade, Comunicação, Gestão de Projetos etc.)
Aproveito para abrir um parêntese aqui para indicar especificamente o curso de Gerenciamento do Escopo do Projeto, uma das nove áreas de conhecimento do gerenciamento de projetos, objeto de estudos deste site.
Link: http://www5.fgv.br/fgvonline/cursosgratuitos.aspx


SENADO FEDERAL – Instituto Legislativo Brasileiro:
Neste site você encontrará cursos gratuitos com certificado sem tutoria e com tutoria. Os cursos disponíveis para matrícula e pré-matrícula no momento são:
  • Excelência no atendimento
  • Papel do Senado como Estrutura de Poder Político
  • Princípios Constitucionais do Poder Legislativo
  • Processo Legislativo
  • Gestão Administrativa no Setor Público
  • Licitação e Contratos Administrativos
  • Relações Internacionais: Teoria e História
  • Relações Internacionais:Temas Contemporâneos
  • Direito Eleitoral
  • Fundamentos da Ciência Econômica
  • Novo Acordo Ortográfico – Teoria e Prática
Link: http://www.senado.gov.br/senado/ilb/asp/ED_cursos.asp

 

SENAR:

O portal EaD SENAR oferece gratuitamente cursos online para pessoas do meio rural para todos os estados. Os cursos disponíveis são:
  • Empreendedorismo e Gestão de Negócios
  • Inclusão Digital
  • Qualidade de Vida
  • Escola do Pensamento Agropecuário

Link: http://eadsenar.canaldoprodutor.com.br/cursos

CIDADANIA DIGITAL:

O Projeto Cidadania Digital oferece cursos gratuitos com o objetivo de manter profissionais atualizados com as tecnologias utilizadas no comércio e serviços. Este site apresenta cursos divididos em 4 categorias:
  • Informática e Tecnologia
  • Iniciação Profissional
  • Empreendedorismo
  • Software Livre
Link: http://www.ciddigital.org.br/portal/

SEBRAE:

O SEBRAE oferece cursos gratuitos com certificado através de seu site. Confira abaixo alguns destes cursos:
  • Aprender a Empreender
  • Análise e Planejamento Financeiro
  • Primeiros Passos para Excelência
  • Gestão da Qualidade: Visão Estratégica
  • D’Olho na Qualidade: 5Ss para os Pequenos Negócios
  • Atendimento ao Cliente
  • Gestão da Inovação: Inovar para Competir
  • Programa Varejo Fácil (Vários Cursos)

Link: http://www.ead.sebrae.com.br/hotSite/cursos.asp

 

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO:

O TCU oferece cursos gratuitos para servidores públicos federais, estaduais e municipais sobre normativos e boas práticas administrativas.
Link: http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/gestor_publico

SENAI:

O SENAI oferece cursos gratuitos online sobre temas transversais. Entre os temas disponíveis atualmente estão:
  • Educação Ambiental
  • Empreendedorismo
  • Legislação Trabalhista
  • Segurança do Trabalho
  • Tecnologia da Informação e Comunicação
  • Propriedade Intelectual
Link: http://www.senai.br/ead/transversais/

FUNDAÇÃO ACMINAS:

A Fundação ACMinas apresenta um projeto de inclusão digital e empregabilidade que disponibiliza cursos online gratuitos nas seguintes áreas:
  • Qualidade
  • Empreendedorismo
  • Práticas Administrativas
  • Comunicação
  • Computação
  • Finanças e Contabilidade
Link: www.acminas.estudar.com.br/portal

 

FUNDAÇÃO BRADESCO – ESCOLA VIRTUAL:

O site da Escola Virtual da Fundação Bradesco apresenta vários cursos básicos e avançados, principalmente na área de Informática e TI. Mas apresenta também alguns cursos de outras áreas, como Administração Financeira e Cursos Comportamentais.
Link: http://www.ev.org.br/Paginas/Home.aspx

NEXT GENERATION CENTER:

No site da Next Generation você encontra diversos cursos da área de Gestão de TI, com um nível de informação bem elevado sobre os assuntos. Alguns dos cursos são:
  • Infraestrutura de TI para PMEs
  • BPM
  • Virtualização
  • Software as a Service
Link: http://www.nextgenerationcenter.com/home.aspx

BE-A-BYTE:

Oferece cursos gratuitos de informática e outros assuntos através de vídeos e com certificado ao final do curso.
Link: http://beabyte.com.br

JURISWAY CURSOS ONLINE:

O JurisWay é um site que apresenta vários minicursos na área de direito. Você pode simplesmente realizar os cursos e não terá direito ao certificado ou poderá ter direito ao certificado mediante uma pequena taxa e participação nos estudos temáticos.
Site: http://www.jurisway.org.br/v2/cursos.asp

 

BUZZERO:

O site de cursos virtuais Buzzero apresenta uma nova área de cursos grátis. Para quem não sabe, os cursos são elaborados pelos próprios usuários, que estabelecem um valor para o curso e que podem ser até gratuitos. Entre os cursos grátis, a grande maioria é da área de saúde.
Site: http://www.buzzero.com/cursos-gratis-online

FRANCÊS:

Duas opções para você começar a aprender francês gratuitamente.

INGLÊS:

Várias opções para quem deseja aprender a língua inglesa.

BUSUU:

O site Busuu oferece a opção de aprendizagem de diversos idiomas, entre eles:
  • Inglês
  • Espanhol
  • Alemão
  • Francês
  • Italiano
  • Russo
Link: http://www.busuu.com/pt

 

LIVEMOCHA:

Este site diz ser a maior comunidade de aprendizagem de idiomas do mundo com mais de 30 idiomas.

Link: http://www.livemocha.com/

OBSERVAÇÃO: Este blog não tem responsabilidade sobre o conteúdo destas páginas e se os cursos funcionam corretamente ou não. Gostaria até que se alguém vier a fazer algum dos cursos destes sites, que comentasse aqui sobre a qualidade dos mesmos para podermos compartilhar esta informação.
 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Pesquisa revela que investimento em mídias sociais deve crescer nos próximos 12 meses

Quem ainda tem dúvidas sobre a relevância das mídias sociais, é bom ler esta notícia.
Uma pesquisa divulgada esta semana pela Advertiser Perceptions e realizada com 1200 pessoas – entre funcionários de agências e anunciantes dos EUA – que ajudam a decidir onde os dólares da publicidade serão gastos no meio digital, revelou que 59% dos entrevistados pretendem aumentar o investimento nas redes sociais nos próximos 12 meses, contra apenas 4% que manifestaram a vontade de diminuir as despesas nessas ferramentas.

A pesquisa mostrou ainda que, em média, a publicidade em mídias sociais responderá por 27% do orçamento no próximo ano, contra 22% nos 12 meses anteriores.
“A única área em que os empresários estão mais otimistas é a de mídias sociais”, disse Randy Cohen, co-fundador e presidente da Advertiser Perceptions, que deve revelar outros dados da pesquisa na semana que vem.

Monitoramento
Em outra pesquisa, realizada em dezembro do ano passado pela Awareness Inc., 58% dos entrevistados disseram que um dos grandes desafios das empresas nas redes sociais em 2012 é o monitoramento e a mensuração do ROI através dessas ferramentas.
Além de sites como Facebook, Twitter e LinkedIn, os empresários querem investir em outras plataformas, tais como blogs, fóruns e YouTube. A área de conteúdo para celulares também foi considerada pelos entrevistados uma das mais promissoras este ano.

Ainda de acordo com o estudo, 78% afirmaram que monitoram as redes sociais para saber como suas marcas estão sendo mencionadas pelos usuários.

O ano da integração
O infográfico abaixo, divulgado pela ODM Group, também aponta um crescimento vertiginoso dos investimentos em redes sociais em 2012.





            Por Paco Llistó
              Fonte: MIDIATIX

 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Conheça os três formatos de marketing de conteúdo e saiba quando usar cada um deles

Por Cassio Politi   via @tractoBR

O uso do content marketing (marketing de conteúdo) depende de um planejamento que passa, antes de tudo, pela definição dos temas que a empresa domina e que o público demanda. Vencida essa etapa, os profissionais de Comunicação escolhem um dos três níveis de conteúdo apresentados a seguir.

AtualizaçõesAtualizações (ou updates) são mensagens curtas que mesclam conteúdo formal (dados, notícias, contratações) e informal (cultura, algo sobre os empregados, bastidores). Quase sempre são postados por meio de redes sociais e têm como finalidade manter a empresa viva na mente do público.

ProjetosCom longa duração, os projetos estão focados em um tema específico e importante, como o lançamento de um produto, a criação de um departamento, um evento ou a abertura de uma vaga. O conteúdo será focado nesse assunto num período que vai de uma semana a três meses. E, o que é mais importante, o projeto tem um objetivo claro. A comunicação é feita por canais online diversos e pode ter o reforço de mídia offline. Um projeto pode, ainda, estar no contexto uma campanha.

CampanhasMais curtas porém mais intensas do que os projetos, as campanhas normalmente contam com mídia offline. O conteúdo faz com que o público tenha ciência da empresa ou, então, é usado para propagar notícias realmente importantes sobre a empresa. Todo o esforço é voltado para um resultado de curto prazo ― normalmente reputação ou vendas.

Atualizações Projetos Campanhas
Objetivo Relacionamento de forma frequente Cumprimento de objetivos em médio e longo prazos Cumprimento de objetivos em curto prazo
Duração Contínuo 1 semana a 3 meses 1 mês (em média)
Frequência Alto (diário) Alto: durante o projeto, novo conteúdo é compartilhado continuamente Baixo: o mesmo conteúdo é usado repetidamente durante a campanha
Intensidade Baixa Média Alta
Campanha de mídia Baixa Média Alta
Público-alvo Relacionamento de forma frequente Cumprimento de objetivos em médio e longo prazos Cumprimento de objetivos em curto prazo
Mídia escolhida Canais online (Facebook, Twitter, blog) Canais onine reforçados por mídia offline adequada Campanha em mídia segmentada offline, complementada por todos os canais online próprios
Tipo de conteúdo Notas formais e informais, flashes dos bastidores Conteúdo definido em função dos objetivos Conteúdo comercial
Criado pela InSites Consulting (EUA). Traduzido e adaptado pela Tracto.

Referências
O estudo original, publicado pelo Social Media Today (em inglês), indica seis práticas. Nós, da Tracto, dividimos esse conteúdo em diversas matérias com o intuito de torná-las específicas e, assim, didáticas.   
    

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

RP e a era digital

Por Renata Arruda

É estranho, mas na minha época de faculdade há remotos três anos dávamos pouquíssima importância ao on-line, todas as campanhas e estratégias que criávamos eram totalmente focadas no off-line.

Quando me formei em 2009 descobri que tinha um diploma e também um mundo digital para desbravar.
 
 
Usei a internet como a minha nova escola, foi assim que aprendi que estamos vivendo a era digital, que muitas ondas vêm como tsunamis, depois passam e às vezes deixam estragos, que as estratégias devem ser pensadas no on e  no off-line e que as ações devem estar interligadas nos dois planos.
 
 
 
Durante um tempo entrei em uma crise existencial sobre o futuro da profissão de RP (onde será que vamos parar? Está tudo tão diferente do que aprendi...) foi aí que compreendi que o mundo digital, as novas mídias, a padronização no contato direto com o cliente on-line, a importância de se ter reputação e relevância nas redes sociais, são nada mais nada menos que atividades de  Relações Públicas, profissional que é habilitado para gerir relacionamentos, fidelizar públicos e manter o foco nas pessoas.
 
 
 
Assim percebi que na “Era do compartilhamento’’ (Gil Giardeli) o RP que souber dar valor ao que os seus públicos compartilham e que trabalha as estratégias on e off-line de forma holística vai sobreviver as tsunamis e deixar um rastro de competência e inspiração nesse mundo que agora é digital, compartilhado e que não para de mudar.
 

 
#FicaDica vídeo do @maurosegura sobre o novo profissional de Marketing e Comunicação. (Vale para RP também).
 
 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

RP X Publicidade ou RP + Publicidade?

Hoje encontrei o post da  Lívia dos Santos  no blog relações e logo pensei em compartilha-lo com vocês, a Lívia aborda uma questão muito importante sobre a ligação entre o trabalho de Relações Públicas e o de Publicidade e Propaganda. Vale a pena conferir e refletir!

Beijos

Renata Arruda.

RP X Publicidade ou RP + Publicidade? Por que não os dois?

No primeiro post do ano, uma das ideias era trazer alguma perspectiva ou tendência para 2012 em relação a coluna. Como eu trago ações ou campanhas, muitas de publicidade, para que possam nos instigar e inspirar em nossos planejamentos de RP, pensei justamente nessa cisão ou problemática que existe entre Relações Públicas e Publicidade e Propaganda: uma disputa por certas “searas” do mercado e de quem faz melhor. Pelo menos é o que eu vejo e sinto, ainda mais atuando como assessora de imprensa do mercado publicitário – conheço os dois lados da moeda.

Eis que na primeira edição do jornal Meio&Mensagem deste ano, havia um especial com as oportunidades para este ano com artigos de players do mercado. Entre eles, o texto de PJ Pereira, head da Pereira&O’Dell em São Francisco/CA (leia aqui), sobre a ascensão da atividade de Relações Públicas no mercado publicitário. Sim, um publicitário valorizando nossa atividade alinhada com a atuação dele AND numa edição que recebia o título “O que esperar de 2012”! Significa?

Acabei lembrando de um evento que tive a oportunidade de conferir no último dia 28 de novembro, o GP 1+1, conferência anual que se caracteriza como a maior da área de planejamento das Américas. Com o tema “Integração, Colaboração e Interdependência” (atenção a esse título que pautou todas as apresentações!), o evento – que também tem foco publicitário – trouxe entre seus palestrantes Mark Aronson, Senior COG (Cognitive Anthropologist) da Crispin Porter + Bogusky (CP+B), uma das agências referência no mundo. O que me chamou atenção na sua fala foi justamente sobre o seguinte slide:


Tradução livre: “Não começamos a criar anúncios antes de escrevermos um press release”.

Pra não falar que eu estou enganando vocês, olha o Mark aqui com o slide lá atrás :P


Mark mencionou que a produção de um release no processo de criação de qualquer campanha da agência mostra que eles, planners e criativos, precisam ter algo interessante de fato. Por quê? Porque ao escrever um release de uma campanha publicitária, no briefing, nós Relações Públicas trazemos o olhar de fora que quer entender tudo sobre a campanha, a concepção, as referências, o objetivo e, principalmente, seu diferencial. É esse questionamento, olhar amplo e externo – para poder “vender” a pauta para o jornalista, no caso de assessoria de imprensa – que aguçam eles a irem além e criarem algo realmente relevante!

Não sei vocês, mas achei sensacional o fato dos publicitários incluírem o RP no processo de criação, justamente valorizando e entendendo que a atividade é complementar, que contribui para a profissão deles e que a comunicação realmente é integrada! Se o Relações Públicas iria aparecer apenas lá na frente para receber o briefing da campanha para divulgar, então, por que não inseri-lo no começo das etapas? Particularmente, achei um exemplo que poderia ser seguido por muitas outras agências ;)

Não sei até onde o Mark tem participação nessa inclusão, já que ele é formado em RP rs, mas também serve para mais um exemplo: nos formamos RP’s, mas isso não significa que não podemos atuar, no caso, com publicidade! Tive, inclusive, uma chefe que teve a oportunidade de atuar na área de atendimento de uma agência de propaganda #ficadica

Então eu volto ao ponto que iniciei o post: a rivalidade entre as áreas. Hoje nós falamos tanto de comunicação integrada, mas realmente vemos isso no dia a dia? Esses dois exemplos trazem a minha perspectiva (ou seria vontade?) para 2012 – que cada vez mais vejam, compreendam e valorizem nossa profissão, principalmente aqueles que estão no mesmo mercado – o de comunicação. Vamos parar de “preconceitos” entre as atividades e vamos aproveitar o melhor de cada uma. Pegando o bonde do tema do GP 1+1, vamos integrar de fato, colaborar, pois a comunicação é uma interdependência das áreas não!? Afinal, o objetivo final é fazer nossos clientes felizes e trazer resultados!

Essa é a mensagem que deixo e vou pautar meus posts na coluna esse ano: continuar trazendo ações e campanhas, criadas ou não por RP’s, publicitários, marketeiros…o importante é ter bons cases e exemplos para buscarmos novos patamares!

E o espaço aí embaixo é seu pra comentar os exemplos e se concorda ou não com o questionamento!

Beijos e até o próximo caso ;)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Relações Públicas e Mídias Sociais

Mídias sociais devem ficar com RP


Fonte: Convergência Uni-BH


CDN, InPress Porter Novelli e Edelman defendem que relacionamento em redes sociais deve ser centralizado em comunicação corporativa.


A área de relações públicas ganhou musculatura e importância no mercado brasileiro, especialmente na última década. Simultaneamente, o aumento da audiência nas redes sociais fez com que essas empresas entrassem com fôlego na disputa pelas contas de monitoramento de mídias digitais, disputando terreno com agências de publicidade. Mas, afinal, de quem deve ser essa responsabilidade? O tema foi discutido no MaxiMídia na tarde desta quarta-feira, 5.

Para Andrew Greenlees, sócio-diretor da CDN, há uma confusão sobre quem deve absorver este trabalho até mesmo dentro dos anunciantes. Kiki Moretti, sócia-fundadora da InPress Porter Novelli, defendeu que relacionamento é a essência da disciplina RP e, por isso, o trabalho baseado na construção de reputação no ambiente digital deve ficar com as agências de comunicação corporativa/Relações Públicas, e não com produtoras de tecnologia (desenvolvedoras de sites) ou agências de publicidade. Já Ronald Mincheff, presidente da Edelman Significa, ressaltou que, atualmente, a maior parte das empresas de comunicação já oferece o trabalho digital, mas a vantagem deste serviço ficar com as agências ou núcleos de RP é que o cliente pode contar com um plano de comunicação corporativa completo, amplo, centralizado em um único fornecedor cuja essência baseia-se na construção de relacionamentos, e não na venda exclusivamente (campo da propaganda).

Outro tema discutido girou em torno da conduta de funcionários nas redes sociais. Para os debatedores, bom senso deve prevalecer. “Não adianta criarmos centenas de códigos de conduta pois sempre haverá uma exceção. As empresas devem fidelizar os funcionários, mas nunca controlar”, ponderou Mincheff, da Edelman.

Fonte: http://convergenciaunibh.webnode.com.br/news/midias-sociais-devem-ficar-com-rp/

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Construindo audiência em redes sociais

Minha amiga Uslânia Paula sabe que estou muito interessada no assunto "Redes Sociais" e me enviou este texto que compartilho com vocês.

Valeu a #dica Uslânia

Renata Arruda



Fonte: Café com Larajanja

Muitas empresas estão investindo em redes sociais, fazendo o trabalho certo. O resultado vem com o tempo. Não é fácil, mas estas dicas ajudam a evitar erros.

Por Raphael Lacerda

Social media está em alta dentro do mercado digital. A maioria das empresas leva em consideração este novo espaço nas suas campanhas e várias outras começaram a investir, testando para ver o que acontece.

Desta massa de empresas, poucas realmente tiram algum proveito financeiro de seus perfis ou ações sociais, muitas vezes por conta de pequenos erros.

O que mais se fala na internet é que para investir em redes sociais é preciso ser objetivo e saber o que a empresa quer com seus perfis online. É também importante definir o público com o qual a empresa vai se relacionar e escrever uma pauta de conteúdo que atraia estes usuários.

Tudo isto gera um resumo da sua estratégia e tem muita marca fazendo isto tudo, mas mesmo assim não está conseguindo muita coisa com suas redes.

O que acontece é que apenas colocar um perfil no ar, chamar algumas pessoas para seguir e esperar que outras venham pelo efeito do conteúdo é algo muito utópico.

Para que seu perfil “comece” a ter alguma relevância você precisa construir uma audiência de pessoas interessadas no que você fala, e isto deve ser a primeira ação de qualquer estratégia com foco em redes sociais.

Ações de “encher canal”

Cem pessoas não é nada, 500 também não; um perfil só começa a ter uma conversa após seus 5.000.

Não estou falando besteira, este teste é fácil de fazer. Entre no Facebook ou Twitter e vá em um perfil de uma marca grande com seus 10.000+ seguidores; depois vá na em outra com menos de 1.000.

A taxa de engajamento e respostas ao que é falado é infinitamente maior. Leve isto para um e-commerce também – a taxa de vendas vindas dos perfis passa de zero para alguns milhares.

Agora também é preciso cuidado nisto, encher canal apenas por encher não é o caminho. É importante abarrotar os perfis sim, mas de pessoas interessadas no que a empresa quer vender.

Aqui vão algumas táticas:

1. Não crie perfis sociais para campanhas ou produtos de curta duração. Um erro comum que se observa no mercado é o de empresas criando perfis para campanhas de um mês ou para produtos que só terão seis meses de vida.

Isto é um desperdício de audiência desnecessário. Leve seus usuários para perfis onde você vai gerar conteúdo por muito tempo, que seja o institucional da marca, ou outro, mas que não acabe depois de um prazo. Clientes que seguem marcas na internet são ativos desta empresa que são difíceis de conseguir e devem ser cuidados.

2. Promoção bem estruturada e segmentada. Para iniciar a divulgação de qualquer perfil social nada melhor do que uma promoção, mas esta não pode ser apenas dar um prêmio qualquer e esperar os seguidores.

Definir bem seu seguidor desejado, oferecer um prêmio que seja interessante para ele e comunicar isto por outros meios é um bom caminho para trazer pessoas que seguiram o perfil pela promoção naquele momento, mas que num futuro próximo se tornem consumidores da marca.

3. Formadores de opinião. Indicação de pessoas que são relevantes nas redes ajudam a conseguir mais seguidores para o canal, mas também é importante, assim como na promoção, definir quem é o publico e se aquela pessoa pública é seguida por possíveis consumidores da marca.

4. Me siga que te sigo. Esta vale bastante para o Twitter e é utilizada por todo mundo, mas não é muito produtivo sair seguindo todo mundo ou participar daquelas redes de usuários que seguem apenas para ter seguidores, isto não vai adiantar muito.

Siga possíveis clientes e seja suficientemente interessante para que estes te sigam de volta. Por exemplo, se meu público é de jovens do sexo masculino que gostam de esportes, posso usar uma destas ferramentas que filtram termos que usuários estão falando e seguir aqueles que falam de futebol, oferecendo em minhas postagens descontos em bolas ou chuteiras.

5. Divulgação. As pessoas precisam saber que existe este canal de relacionamento para a marca. Vale tudo: divulgar o canal nas peças off-line da empresa, no e-mail marketing, no ponto de venda e onde mais for relevante.

Sendo sincero, gerar tudo isto não é fácil. Fazer redes sociais como usuário, todo mundo faz, agora gerar lucros para empresas envolve um maior profissionalismo

Fonte: [Webinsider]
 


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Perfis Digigráficos - Entenda o comportamento digital

Encontrei um estudo interessantíssimo feito pela agência DM9, realizado com pessoas de idades entre 8 e 60 anos, das classes A, B e C, heavy e regular users de ferramentas digitais, este estudo faz uma nova classificação do consumidor no ambiente digital a partir de Perfis Digigráficos. São eles: Imersos, Ferramentados, Fascinados, Emparelhados e Evoluídos.

Assistam vale a pena conferir!



Fonte: Nós da Comunicação

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Você já utilizou a técnica de Storytelling para motivar os funcionários de sua empresa?

Por Renata Arruda

Não? Pois deveria.

Primeiro vamos entender este conceito:

Storytelling é uma técnica ancestral utilizada para preservar e construir identidades como as religiões, motivar e inspirar guerras e batalhas, além de humanizar entidades e lendas como foi feito na Idade Antiga.

''é uma maneira de utilizar narrativas para compartilhar informações, conhecimentos e experiências''.   Giorgio Dal MolinAbril, 2009

No ambiente corporativo, utilizamos Storytelling para preservar a identidade e a história da empresa;formar cultura e reforçar valores;motivar equipes, inspirar ideias e criar novas realidades;humanizar a empresa com sua história própria e de personagens (colaboradores).

Para implantar esse conceito no nosso planejamento de comunicação interna é importante que o comunicador tenha conhecimento da história da empresa e do perfil dos funcionários, pois assim ele poderá aplicar a técnica de forma eficiente e eficáz, conquistando a atenção e mudança positiva no comportamento dos colaboradores.

Sendo assim antes de fazer, pense sobre...

 

Já utilizei esta técnica de forma simples em uma experiência de trabalho com comunicação interna em um entidade filantrópica onde a repercusão foi excelente, a partir de dados sobre funcionários antigos ou que se destacavam na empresa utilizei um espaço no jornal interno da mesma para contar histórias sobre estes colaboradores que tinham uma representação cultural muito forte dentro da entidade. Fiquei feliz ao perceber que a técnica surtiu efeito, pude mensurar descontração, emoção e sentimento de pertencimento a empresa por parte dos citados nas histórias e também dos seus colegas de trabalho.
                                           

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Má administração de Redes Sociais


Texto de Lilia Machado, aluna do 7º Período de Relações Públicas pelo UNI-BH

Deparei-me recentemente com um perfil institucional de uma marca X no Facebook em que se publicou mais fotos e mensagens acerca de festas dos sócios e da vida particular destes, que o próprio produto oferecido pela marca.

Quem não entende nada de imagem institucional, achou um absurdo. Eu, como gestora de imagem, achei uma aberração, uma ofensa, uma tentativa de suicídio. Por isso decidi elaborar este artigo – visto que não achei nenhum que abordava o prejuízo que a má administração de redes sociais pode causar à marca.

Ousaria dizer que pior que não estar presente nas mídias sociais, é estar presente e denegrir sua própria imagem perante o público mais interativo de que se tem notícia. O veículo, é o pior para cometer falhas, pois a velocidade de propagação de informações é mais rápida, e uma das mais acessíveis, senão a mais.

Devido à velocidade com que as informações devem ser repassadas e facilidade que se tem em acessar as redes sociais, estas viraram referência para possíveis investidores, clientes e até mesmo de fornecedores para conhecerem melhor com quem estão lidando, ou com quem irão lidar.

Pois bem, imagine-se um investidor, ou um fornecedor que cuida de sua logística de distribuição, com relação a perfil de público que deseja atingir, sim? Imagine-se agora entrando no Facebook de um possível cliente. Surpresa! O perfil institucional parece mais o perfil de uma pessoa- que não cuida de sua própria imagem! As fotos dos produtos – na casa da meia dúzia são anuladas quando perto de fotos de festa dos sócios. Pior, fotos que registram mesas lotadas de bebidas alcoólicas, pessoas que nada tem a ver com a instituição e que não aparentam estar sóbrias. E pior fotos de desconhecidos consumindo ou usando produtos do concorrente!!!

Você, investidor, fornecedor, cliente, apostaria no futuro desta marca? Compraria um produto que está associado à fanfarronice? Pior que não estar nas redes sociais é estar - dando um tiro no próprio pé.

Não é qualquer pessoa que consegue gerenciar vários perfis de uma marca em redes sociais distintas. Há profissionais especializados para isso, e um amador não conseguirá equiparar-se a um profissional com eficiência e eficácia. O ideal é ter uma rede para alimentar com informações e nas outras apenas chamar os seguidores, ou usuários para a página dita principal.

Mas o que é mais aconselhado, é contratar um profissional que tenha conhecimentos de gestão de informações nas redes sociais. A economia e o gerenciamento destas redes de forma amadora e ignorante pode acabar por prejudicar a imagem da empresa. E a conseqüência deste prejuízo é o bolso que sente!

Lília Machado

Fonte: Site - CONRERP - 3º Região

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Shopper Marketing: a diferenciação no PDV

“Grandes marcas procuram entender o cliente no ambiente de compra para alavancar suas ferramentas mais eficientes de envolvimento”


* Por Admir Borges

“A objetividade é um requisito básico no trabalho com o shopper, pois o consumidor está cada vez mais acelerado e não vai perder tempo com propostas pouco convincentes.”

A expressão é recente e muitas pessoas, mesmo profissionais de marketing e comunicação, ainda desconhecem o seu significado. Na verdade essa já pode ser considerada uma oportuna ferramenta de marketing. Mais que isso, é uma tendência contemplada nas estratégias de grandes empresas como a Kraft-foods, Unilever, Coca-Cola, P&G.

O conceito de shopper pode ser explicado através da presença do consumidor dentro da loja, onde ele está tentando exercitar seu estilo de vida e buscando experiências positivas de compra. É necessário saber separar a pessoa do consumidor e o shopper, através do seu comportamento de compra.

Para melhor compreensão do conceito, precisamos descer na origem e saber a respeito do Trade Marketing, um composto de estratégias que reúnem os interesses de fabricantes, canais de distribuição e consumidor final, através de processos de logística, relacionamento e ponto de venda. Com o consumidor apresentando características cada vez mais sofisticadas e exigentes, surgiu o interesse na identificação correta de perfis e comportamento de compra. Assim, surgiu o Shopper Marketing, uma área específica de estudos e aplicações práticas.

Existe um aspecto importante neste processo, que é a jornada de compra do indivíduo e os fatores influenciadores. Certamente a aplicação do conceito virou desafio para lojistas e marcas e, a partir disso, foi guindado ao patamar das estratégias mais competitivas. As grandes marcas procuram entender o cliente no ambiente de compra para alavancar suas ferramentas mais eficientes de envolvimento. O consumidor muitas vezes se transforma em comprador dentro do ponto-de-venda, onde os cinco sentidos são acionados, levando-o à decisão sobre o que comprar.

Os profissionais mais atualizados estão atentos para as questões que envolvem as mudanças de comportamento dos clientes. Eles estão sendo levados à maior conscientização sobre os parâmetros do consumo e a importância de geração de valor para o consumidor, o que não significa mais a simples procura pelo menor preço. O valor de troca agora passa por muitos outros elos da cadeia de suprimento até aportar no ambiente de compra de maneira assertiva.

A percepção e o conhecimento a respeito do Shopper Marketing estabelecem maior rigor na forma de tratamento das ativações no PDV, tais como a utilização correta da marca, a evolução da embalagem, o merchandising mais bem cuidado e objetivo, a programação visual, o clima e o interesse cuidadoso do funcionário da loja. Quanto mais envolvimento, maior a possibilidade de respostas positivas do shopper. Sem sombra de dúvida, a principal dificuldade dos profissionais é com a busca de informações úteis junto ao próprio consumidor e ao lojista. No entanto, sem os dados confiáveis os insights ficam comprometidos.

A tarefa passou a ser o planejamento da experiência do comprador, quando serão ofertados os produtos e serviços que o consumidor precisa e está efetivamente procurando. Há a exigência de uma análise permanente das tendências, do contexto varejista, dos canais de suprimento, do público, da estratégia de categoria, os fatores motivadores e o próprio comportamento de compra. Isso tudo para que se possa entender corretamente e influenciar no momento da compra. A objetividade é um requisito básico no trabalho com o shopper, pois o consumidor está cada vez mais acelerado e não vai perder tempo com propostas pouco convincentes. Ele se diferencia do consumidor comum, pois está mais atento, pensa mais, pondera e avalia antes de decidir. Ele é impactado por ativações inteligentes no ponto de venda.


* Admir Borges é consultor e professor universitário, autor do livro Propaganda&Varejo.

Fonte: MinasMarca

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Redes Sociais: A moda agora é a construção colaborativa

"Em meu passeio vespertino pela net (twitter, blogs, facebook e outros mais) encontrei o post abaixo que fala a respeito de um assunto que tem chamado minha atenção, a utilização das mídias sociais para a interação do governo com o público (sites colaborativos), este meio já é utilizado pela população com muita força  e poder de descisão e agora alguns governantes tem percebido nele a oportunidade para se aproximarem dos cidadãos (eleitores) e difundir a informação por meio de compartilhamento de documentos, notícias e ideias, além é claro de fazerem o seu marketing pessoal."  

Depois que a Islândia resolveu escrever a nova Constituição do país de forma colaborativa (via Facebook), a ideia de governos "abertos" parece que vem se consolidando cada vez mais. Embora já não seja mais novidade o aparecimento de sites colaborativos, tais meios nunca estiveram tão na moda. Os objetivos vão de compartilhamento de programas de hackers até o desenvolvimento de um novo futuro para governos. Isso interessa tanto que o que não falta são manuais ensinando a ter sucesso com a interação entre internautas.

O Brasil se adaptou muito bem à essa plataforma em 2010, nas eleições presidenciais. Os candidatos aceitavam sugestões até para qual roupa eles deveriam usar nos comícios. Nunca a opinião do público importou tanto. Mas o que quer dizer isso?

Sites colaborativos são plataformas disponibilizadas por governos ou iniciativas privadas, para que o próprio público alimente com informação. A ideia é que os usuários "trabalhem" para trazer o melhor conteúdo para o site. E o que eles ganham com isso? Ibope, relevância na internet, ranking e, é claro, informação. Se você encontrar uma informação a partir da participação do outro, nada mais justo que você também colabore para ajudar.

A novidade mais recente é a rede social "My Fun City", que aposta no lema cidades sustentáveis. Por meio de blogs, sites e redes sociais é possível participar politicamente e civicamente da sua cidade. A rede mede em tempo real as condições da região em que o usuário se encontra e disponibiliza os dados com a mesma rapidez. Basta criar um login e começar a opinar sobre os doze principais aspectos que regem a qualidade de vida e o bem estar social nas cidades (onde a pessoa se encontra), fazer comentários e registrar fotos.

Alguns exemplos no país:

Movimento Minas (MG)

O projeto procura criar um ambiente de engajamento e comprometimento com o desenvolvimento do estado de Minas Gerais. Trata-se de uma iniciativa do governo de Minas, com intuito de construir um espaço construído para possibilitar o encontro de todos que se importam com o futuro do estado.

Gabinete Digital (RS)

"Este espaço é dedicado à comunicação direta do Governador com a população. Formule sua pergunta e divulgue nas redes sociais. A pergunta mais votada do mês será respondida diretamente pelo Governador através de um video". Essa é a meta que o site Gabiente Digital promete atingir. Trata-se de uma iniciativa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul que pretende abrir o canal de comunicação com o cidadão, aproximando-o cada vez mais do governador.

Observador Político: o site colaborativo do FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acaba de lançar a comunidade colaborativa Observador Político, na internet, com a promessa de incentivar o debate político na sociedade. No vídeo de abertura do site, FHC afirma que a web sugere um diálogo democrático que pode contribuir para "avançar", independentemente da corrente ou filiação partidária.

A reflexão que é possível fazer com a ação desses governos é simplesmente dizer que eles estão na mão certa da população. Esses governantes entenderam que não é possível construir informação sem colaboração e que o usuário tem o poder - e vontade - de mudar o futuro com as suas próprias mãos. Afinal, não existe construção eficiente sem entender, de fato, quais são as necessidades de quem é o maior beneficiado: o cidadão.

Fonte: Blogmidia8.com - Por Cínthia Demaria, jornalista, social media e blogueira. @cika_demaria

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

5 indicadores do ROI em Mídias Sociais

O ROI (retorno sobre investimento) em mídia social é algo que muitas vezes não se pode comprovar claramente. No entanto, existem alguns indicadores que nos fazem ver qual é a nossa presença em redes sociais, se estamos no caminho certo e que importância devemos dar a cada uma das áreas em que trabalhamos.

Medir ROI em mídia social não é fácil, especialmente se considerarmos que muitas vezes é voltada para aspectos intangíveis, como imagem de marca. Estudos mostram o benefício que os mecanismos de busca fazem com o retorno do investimento, sendo as redes sociais prejudicial a este fator.

Em qualquer caso, conhecer o ROI que produzem os recursos destinados as mídias sociais é algo que as empresas precisam saber. Uma maneira de entrar em sintonia com este campo é avaliar a nossa presença online. Embora seja difícil obter exatidão nessa área, a especialista em marketing, Heidi Thompson escreveu um post para Media Today Social, com cinco indicadores apontando para este fator:

1 – Os sites de referência: Saber de onde o tráfego de um site é importante para poder recursos de outro site. Se mais da metade do tráfego vem do Facebook, enquanto apenas 15% vêm do Twitter, o foco deve ser na primeira rede social. Ela virá mais cliques e, portanto, contribui mais para promover o nosso website.

2 – Comentários: Prestar atenção aos comentários que os usuários fazem em determinadas publicações é essencial. Com base neste conhecimento, temos ideia de quais itens os usuários tem mais interesse.

3 – Influência: Uma das aspirações mais comum entre as empresas com forte presença nas redes sociais é medir a sua influência sobre eles. Thompson propõe o uso do Klout para medir a força que um usuário de mídia social pode desencadear sobre os outros. Klout usa dados do Twitter, Facebook, LinkedIn, Google + e Foursquare para realizar essas medições.

4 – Análise dos sentimentos: Este item é avaliar e quantificar em estatísticas a opinião de usuários em uma determinada marca, empresa ou entidade. Existem ferramentas que monitoram os comentários ou determinadas palavras. De lá, você pode automaticamente saber se o que eles dizem é positivo ou negativo.

5 – Menções: Controle em que sites uma marca é mencionada, isto é importante, pois pode prevenir crises online. Ouvir o buzz em torno de uma determinada marca não só é importante do ponto de vista da gestão de reputação, mas também porque ela serve como uma maneira de compreender e aperfeiçoar as formas de se trabalhar com uma marca. Como afirmam Dambrós e Reis “já não se trata de fazer os consumidores comprarem a marca, mas de incentivar que eles se organizem ao seu redor”.

Redes como Blogs, Fóruns, Twitter, Facebook, Orkut, FlickR, Youtube e várias outros ambientes sociais são um poço de informações sobre o que os usuários da web estão interessados e quais são as suas opiniões sobre um assunto qualquer. Apesar dos desafios, a realidade cada vez mais, mostra que as empresas que já aceitaram o monitoramento como uma realidade estão conseguindo minimizar danos ao mesmo tempo em que auxilia empresas nas diversas tomadas de decisão do cotidiano.

Fonte: Dinamyte Social Media Training

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Eventos crescem 43% no Brasil em 2011

Para os profissionais da área de eventos, segue abaixo uma matéria retirada da Exame.com sobre a ascensão do mercado de eventos no Brasil. Vale a pena conferir!

Estudo do Instituto Alatur aponta para uma expansão no número de ações realizadas no setor e para a profissionalização no setor



Fonte: Exame.com
 Rio de Janeiro - O número de eventos realizados pelas empresas no Brasil em 2011 cresceu 43%. É o que indica a pesquisa “O Impacto Econômico dos Eventos”, encomendada pelo Instituto Alatur, em parceria com o capítulo brasileiro da Meeting Professionals International (MPI).


Além da expansão, o levantamento aponta para uma maior profissionalização do setor, com mais investimento em tecnologia e ferramentas para medir o desempenho. O índice superou o resultado alcançado em 2010, quando a expansão foi de 41% em relação ao ano anterior. O estudo aponta ainda que, no período, foram gastos, em média, R$ 2,4 milhões por empresa.

Entre as informações apuradas, um dos destaques é o aumento no investimento em eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínios de shows. “As empresas investiam em eventos de terceiros, como participação em feiras. Agora perceberam que o retorno em conhecimento que trazem para os colaboradores é muito maior quando os eventos são realizados internamente, com a própria equipe”, diz Alberto Moane, Diretor da Alatur Eventos & Incentivos, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outra mudança que vem se desenhando há um tempo e parece caminhar para a consolidação no país é o aumento na quantidade de eventos verdes. De acordo com o estudo, 97% dos pesquisados acreditam que as iniciativas sustentáveis devem aumentar no Brasil e 74% já utilizam materiais naturais para organização das ações.

Eventos verdes

O levantamento realizado pela Fran6 Análise de Mercado com gestores de eventos de 75 empresas, com média de 13 mil colaboradores e listadas entre as 1.000 maiores e melhores do país, mostra também que 41% das companhias já realizam eventos verdes e 25% conversam sobre o tema.

“As grandes empresas têm essa preocupação e estão aplicando o conceito aos eventos. Mas senti uma grande mudança no ano passado. Normalmente, as pessoas pensam que eventos verdes ficam mais caros e, dependendo da situação, acabam até sendo mais baratos. A sustentabilidade com certeza é algo que vem muito forte em 2012”, acredita Moane.


Outra característica que vem se mostrando mais presente é a capacidade que os gestores têm tido de mensurar com mais facilidade os resultados dos eventos, o que no passado era um verdadeiro desafio. As ações estão cada vez mais planejadas: 89% das empresas possuem diretrizes para busca de savings e 26% já utilizam o sistema Return On Investiments (ROI) para eventos corporativos como um todo.

Aumenta o planejamento

Em 74% das companhias, os eventos são organizados a partir dos setores de Marketing, comunicação, viagens ou o próprio departamento de eventos. O setor de compras, no entanto, colabora no processo em 57% das empresas pesquisadas, com o poder de decisão em apenas 6%.

Em relação ao número de eventos, cada companhia realiza anualmente, em média, 18 de pequeno porte (com 10 a 50 pessoas), 19 de médio porte (51 a 250 pessoas) e 12 grandes eventos (250 pessoas ou mais). Exposições, salões e stand em feiras lideram o ranking, com 42%, seguidos por confraternizações (40%) e treinamentos/workshops (33%).

As empresas também vêm aumentando o investimento em tecnologia. Atualmente, 65% já utilizam novas ferramentas para reuniões e eventos e realizam treinamentos para utilização das mesmas (57%), como promoção de reuniões virtuais/híbridas (71%), sistema de telepresença (55%), avaliação do ROI das mídias sociais (29%) e uso do holograma nas reuniões (14%).

O nível de planejamento também vem expandindo, mas ainda está longe do desejável. “Aqui no Brasil, os eventos se realizam com pouca antecedência, uma média de três meses. Mas isso tem melhorado, antigamente era muito mais rápido. Houve um crescimento entre 2009 e 2011 e a tendência é que os dias de planejamento aumentem. O ideal seriam seis meses”, ressalta Moane.



Fonte: Revista Exame.com